Produtores rurais devem imunizar bezerras de 3 a 8 meses para garantir a proteção sanitária dos rebanhos
A Prefeitura de Tupã, por meio de parceria com a Coordenadoria de Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo, alerta os produtores rurais sobre o prazo da primeira etapa da vacinação contra a brucelose, que segue até o dia 30 de junho.
Conforme as normas da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, a vacinação de bezerras bovinas e bubalinas com idade entre 3 e 8 meses é obrigatória.
A brucelose é uma enfermidade infecciosa que afeta os rebanhos e pode causar impactos econômicos na produção pecuária, além de representar riscos à saúde. Por isso, a vacinação é essencial para o controle da doença e para a manutenção da segurança sanitária nas propriedades rurais.
Segundo o secretário de Agricultura e Abastecimento, Anderson Luiz Pereira, a adesão dos produtores dentro do prazo é fundamental para fortalecer a saúde animal no município e evitar prejuízos ao setor pecuário.
A aplicação da vacina deve ser feita exclusivamente por médicos-veterinários credenciados pela Defesa Agropecuária, já que o imunizante é produzido com agente vivo e exige cuidados específicos durante o manuseio. O profissional também é responsável pela emissão do atestado de vacinação. (https://www.defesa.agricultura.sp.gov.br/credenciados/)
Após a imunização, o atestado deve ser registrado no sistema GEDAVE em até quatro dias, garantindo a validação oficial da vacinação dos animais.
Identificação dos animais
Desde outubro de 2024, o Estado de São Paulo passou a adotar um novo método de identificação dos animais vacinados contra a brucelose, aprovado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). A medida substitui a tradicional marcação a fogo pela utilização de bottons auriculares, buscando promover mais bem-estar animal e segurança no manejo.
Os identificadores seguem um padrão de cores: o botton amarelo é utilizado em animais imunizados com a vacina B19, enquanto o azul identifica as fêmeas vacinadas com a RB51. Caso o identificador seja perdido ou danificado, o produtor deverá procurar o médico-veterinário responsável ou a Defesa Agropecuária para solicitar uma nova aplicação.








