Levantamento vistoriou 1.800 imóveis e identificou larvas em 88 deles; dados vão orientar as estratégias de prevenção e controle do mosquito
A Subsecretaria de Endemias, realizou, entre os dias 1º e 8 de outubro, a Avaliação de Densidade Larvária (ADL). O levantamento permite identificar a presença de larvas do mosquito Aedes aegypti e orientar as ações de prevenção e controle da dengue e de outras arboviroses.
Durante o trabalho, os agentes vistoriaram 1.800 imóveis. Em 88 deles, foram encontrados 118 focos do mosquito, o que corresponde a um índice de infestação predial de aproximadamente 4,9%. O resultado reforça a necessidade de manter as ações de vigilância e ampliar a participação da população na eliminação de criadouros.
De acordo com o responsável pela Subsecretaria de Endemias, Marco Antônio de Barros, todos os focos identificados estavam em locais onde os próprios moradores poderiam eliminar as condições favoráveis à reprodução do mosquito. O cenário evidencia a importância da verificação frequente de quintais e recipientes que possam acumular água.
O responsável pelo setor também destacou o volume de chuvas registrado no município. Segundo os dados apresentados pela Subsecretaria, o acumulado até 8 de outubro foi de 1.183,56 milímetros, enquanto, no mesmo período do ano passado, foram registrados 581,83 milímetros. A ocorrência de chuvas reforça a necessidade de atenção aos possíveis criadouros.
Ainda conforme Marco Antônio, a execução do levantamento, o lançamento das informações no sistema estadual e a validação dos dados junto aos órgãos de saúde foram concluídos em sete dias.
A avaliação permite conhecer o nível de infestação do mosquito e direcionar o trabalho das equipes. Os dados obtidos serão utilizados para avaliar as medidas em andamento e definir estratégias de prevenção e eliminação de focos.
A Prefeitura de Tupã mantém as ações de combate ao Aedes aegypti e reforça que a participação dos moradores é fundamental. A orientação é verificar os imóveis regularmente, eliminar a água parada e manter os espaços livres de recipientes que possam servir de criadouros.









